quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Sereias: Novos Indícios ( Análise )

Ser fantástico, meio mulher, meio peixe, fascina os homens com seu canto, levando-os a morte. Vamos ver alguns relatos de avistamentos, fotos e fatos. Analisaremos, e então 
 responderemos se elas existem...


 


Amigos do MUNDO PARALELO, vamos conhecer a lenda da sereia, mas para ficar mais interessante, tente visualizar tudo que vou descrever agora:

Imagine você navegando pelo mar aberto, com a imensidão azul a sua frente. Então começa a ouvir uma música maravilhosa, uma melodia incrível, que chama instantaneamente a sua atenção. Olha a sua volta e procura de onde ela vem e observa uma ilha no horizonte. Você navega em direção a ilha. Sua mente em êxtase nessa música. Conforme se aproxima, aquela ilha e canto tornam-se mais fortes e você de tão enfeitiçado, não vê uma enorme rocha e se choca contra ela. Seu navio começa a afundar, mas antes de submergir, consegue observar quem está cantando aquela música: uma bela mulher, que da cintura para baixo é um peixe, e a observa, até sua vista ser encoberta pela água e você ser levado pela morte. Pronto, pode voltar para o mundo real.


Ulisses amarrado para escapar
 das sereias
Essa é a lenda das sereias, filhas do rio Achelous e da musa Terpsícore, e que habitavam os rochedos entre a ilha de Capri e a costa da Itália. Os marinheiros que passavam por lá eram enfeitiçados com seus cantos, e morriam. Odisseu, personagem do livro Odisseia de Homero, conseguiu salvar-se porque colocou cera nos ouvidos dos seus marinheiros e amarrou-se ao mastro de seu navio, para poder ouvi-las sem poder aproximar-se.


 Características das Sereias:

- As sereias são seres aquáticos com a cabeça e o torso de uma mulher e a cauda de um peixe.
- Sereia modernas estão sendo representadas com caudas de golfinho
- São dotadas de uma grande beleza
- Cantam com tanta doçura que atraem os tripulantes dos navios que passam por elas, fazendo os navios colidiram com os rochedos e afundarem
- Seus únicos apetrechos são pentes e espelhos
- Supõe-se que podem causar e acalmar tempestades à vontade e que, como a Esfinge, elas podem levar homens a armadilhas com questões e enigmas.
- Segundo a lenda, o único jeito de derrotar uma sereia, seria cantar melhor do que ela.


 


Relatos de Avistamentos de Sereias

Com o desenvolvimento das grandes navegações, tudo era novidade para os marinheiros, que não sabiam o que iam encontrar pela frente ao se lançar ao mar. É claro que se depararam com muita coisa que nunca viram em seus países e muitos relatam terem visto sereias. Até mesmo Cristóvão Colombo escreveu que viu três sereias perto do Haiti. Ele achou suas sereias menos bonitas e mais masculinas do que esperava.

Outros exemplos são os relatos por Sir Richard Whitburne, que viu uma quando descobria a Terra Nova em 1610, e a tripulação de Henry Hudson viu outra.

Os homens de Hendrik [Henry] Hudson viram uma sereia em 15 de junho de 1608: "do umbigo para cima, suas costas e seios eram como os de uma mulher (...) sua pele era muito branca e o longo cabelo, de cor negra, caía para trás. Ao mergulhar, viram sua cauda, que era como a cauda de um golfinho, mas pintada como a de uma cavala."

Em 1620, o capitão Richard Whitbourne viu uma sereia quando estava à beira da baía de St. John, na Terra Nova. Seu rosto era belo, mas tinha listras azuis na pele no lugar de cabelo. As proporções de sua cauda eram "como uma flecha de farpas largas".

Em 1614, o capitão John Smith, navegando nas Índias Ocidentais, viu uma sereia "nadando com toda a graça possível perto da costa". Observou que as orelhas eram muito longas, mas que de resto ela era bela. Seu cabelo era verde e ela era um peixe da cintura para baixo.

E existem vários outros relatos, que você pode ler nos links disponíveis na bibliografia. O interessante é que todos os homens que alegaram ver sereias não ficaram loucos com seu canto, senão não iriamos tomar conhecimento dessas histórias

 O Brasil tem a sua própria sereia, a Iara. Pescadores de toda parte do Brasil, de água doce ou salgada, contam histórias de moços que cederam aos encantos da bela Iara e terminaram afogados de paixão. Ela deixa sua casa no leito das águas no fim da tarde. Surge sedutora à flor das águas: metade mulher, metade peixe, cabelos longos enfeitados de flores vermelhas. Por vezes, ela assume a forma humana e sai em busca de vítimas.


 Fotos de Sereias

Na internet encontramos várias e várias fotos de supostas sereias. Selecionei somente algumas abaixo:

 

  


Sereias: O Documentário que Chocou o Mundo


O canal Animal Planet algum tempo atrás fez renascer com força total o mito das sereias com a exibição do documentário Sereias (Mermaids: The Body Found). Nele é afirmado que elas existem, são mostradas gravações com celulares, reconstituições e cientistas da NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration - Orgão Federal Americano) dão depoimentos falando sobre suas pesquisas sobre as sereias. Incrível, as sereias existem! Será que é verdade? Existem sereias mesmo? É verdadeiro este documentário?

Infelizmente o youtube retirou o documentário do ar e vou ficar devendo ele para você...



 Infelizmente nem tudo é o que parece....

Eu poderia colocar as fontes bibliográficas aqui e terminar a matéria, mas como não quero enganar meus leitores, eu tenho que revelar algumas verdades: todos os vídeos e fotos que você viu até agora são na verdade montagens e fraudes...
Vamos começar com os vídeos e documentários: Os vídeos da sereia na rede e da sereia registrada no fundo do mar na Groenlândia são trechos do documentário que citei acima: Sereias e sua continuação Sereias: Uma Nova Evidência. Na realidade é tudo uma fraude. Os cientistas na verdade são atores e tudo foi encenado.


A Dr. Becky Davis, cientista da NOAA no documentário,
na verdade é a atriz Kosha Engler. Dúvida, clica aqui!
No documentário é mostrado um misterioso som encontrado no fundo do oceano e o relacionam às sereias. É mentira. O som chama-se Bloop e ja foi estudado e facilmente explicado pela ciência.

Este tipo de gênero de cinema é chamado de "Mockumentary" (mock=falso, simulado).

A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos (NOAA) precisou negar, em comunicado, a existência das sereias, depois da exibição deste documentário.

Existem vários outros exemplos de mockumentary, como os filmes: A Bruxa de Blair, REC, Atividade Paranormal, O Caçador de Trolls e Holocausto Canibal. O Contatos de 4º Grau eu me recuso a acreditar que é :). Resumindo: são filmes que parecem reais.

O outro vídeo, da sereia sobre as rochas, surgiu em novembro de 2009 e foi feito pelo ex-militar Shlomo Coheen. A coincidência é que um mês antes, o prefeito da cidade israelense de Kiryat Yam, situada em Raifa Bay, às margens do mar Mediterrâneo, Shmuel Sisso, chamou a a atenção do mundo quando instituiu que a Administração Pública concederia um prêmio - de um milhão de dólares - a qualquer pessoa que provasse a presença/existência de sereias nas praias da região. Golpe de sorte do ex-militar ou fraude? O quadro "Detetive Virtual" do Fantástico desvendou a fraude.

Os relatos de avistamentos: Nunca sabemos ao certo o que os marinheiros viram, mas muitos dizem que podem ser peixes-bois e outros mamíferos aquáticos semelhantes, hoje classificados cientificamente como "sirenídeos" ou ainda focas e outros pinípedes.



 Agora as Fotos: Em 1800, artesãos japoneses começaram a entender que falsificar sereias era um bom negócio e começaram a fabricar "sereias", que eles falavam que foram capturadas na ilha de Fiji. Elas eram feitas com uma cabeça de macaco, o torso de um bebê orangotango e a cauda de um peixe.

Essas "sereias" ficaram mundialmente conhecidas por causa do diretor de circo P. T. Barnum, que apresentava a "Sereia de Fiji" em seus espetáculos. Seus anúncios davam a impressão de que se poderia ver a sereia viva, mas obviamente o que se mostrava era esse grotesco espécime preservado. Ele fez fortuna com essas sereias.

Juan Cabana e uma sereia feita por ele

Mais tarde, as sereias de P. T. Barnum passaram para a coleção de Ripley, o fundador do programa “Acredite se Quiser”.

Atualmente, muita gente fabrica sereias, como o artista plastico americano Juan Cabana, que adora sereias, fadas, elfos e faz destes seres a inspiração para suas esculturas. Ele usa carne, pele, cola, órgãos, couro e outros materiais para deixá-las bem realista. Além disso, fotografa sempre as esculturas em seus ambientes naturais, como oceanos e florestas. Quase todas as fotos que utilizei aqui, são na verdade esculturas feitas por ele.

Um dos casos mais famosos no Brasil relacionados à sereias feitas por Juan Cabana é o caso da sereia encontrada em Manaus-AM.



 Calma Assombrados, elas podem existir! 

Eu sei que você está triste, desapontado, me xingando dizendo que eu estou louco, que as sereias existem sim, então para te acalmar eu vou dizer que tem alguns cientistas que acreditam que elas podem existir.
Uma das teorias é a Hipótese do Macaco Aquático: ancestrais mais ou menos próximos dos humanos teriam adotado, durante um certo período, um estilo de vida semiaquático na costa africana, seja pela necessidade de buscar alimento na água ou de defender-se de predadores.
De qualquer modo, esse fato pode ter influenciado sua evolução, gerando uma subespécie anfíbia, enquanto outros hominídeos mantiveram uma existência puramente terrestre.
Embora tenha sido abandonada ao longo dos anos, ao menos três estudiosos – Max Westenhofer, ideólogo, Sir Alister Hardy, biólogo marinho, e Elaine Morgan, escritora feminista – se dedicaram a desenvolver essa teoria.
Há múltiplas explicações que justificam a Hipótese do Macaco Aquático, entre elas:
1. O fato de sermos os únicos primatas que não tem o corpo totalmente recoberto por pelos, uma condição só existente em ambientes aquáticos ou subterrâneos.
2. Os humanos são os únicos mamíferos bípedes. Essa transformação não ocorreria facilmente na savana africana, onde evoluíram os primeiros homens. Já na água, o corpo humano tende a manter essa posição.
3. A respiração do ser humano é diferente da de outros mamíferos, já que temos a capacidade de controlá-la voluntariamente. Tal como os mamíferos marinhos, podemos inalar o ar necessário para mergulhar e depois voltar à superfície para respirar.
4. Assim como os mamíferos aquáticos, e ao contrário dos terrestres, os humanos possuem uma reserva de gordura que retêm durante todo o ano.
5. As lágrimas, a sudorese excessiva e a porção de pele que separa o polegar do dedo indicador sugerem antepassados aquáticos segundo os adeptos da teoria.
6. Por último, nossa facilidade de nadar, em comparação à falta de jeito de muitos mamíferos terrestres na água, sugere que evoluímos de seres aquáticos.
Como muitos já perceberam, existem alguns problemas com a teoria já que existem muitos mamíferos aquáticos totalmente peludos, como lontras e castores. Por outro lado, nenhum mamífero aquático é bípede, e o mais importante, em nenhum momento foram encontrados vestígios fósseis que comprovem a existência de “macacos aquáticos” ou sereias.

Macaco Aquático seria uma subespécie anfíbia.


 Como vimos, não há provas reais da existência das sereias... ainda. E isso não prova que elas não existem... Então, assim como o Boto cor-de-rosa, as fadas, o Saci e companhia limitada, elas vão continuar "assombrando" pessoas, principalmente aqueles que se aventuram nos imensos e desconhecidos oceanos.


Slender Man: A Lenda

Algo que pode ser traduzido como Homem Alongado ou Homem Esguio, vem assombrando o mundo inteiro, deixando um rastro de morte e loucura. Vamos conhecer a verdadeira história do 1ºgrande mito da internet: Slender Man...


 


O Slender Man é geralmente descrito como sendo alto e magro, com braços anormalmente longos, que podem se estender para intimidar ou capturar presas. Tem uma cabeça branca, sem rosto, e parece estar usando um terno escuro. Geralmente aparece em florestas, em meio as árvores, camuflando-se. Muitas pessoas também relatam que viram tentáculos negros saindo de suas costas.

Inicialmente era conhecido principalmente por sequestrar e matar crianças. Depois começou a perseguir adultos e adolescentes, perseguindo sua vítima por toda vida até a pessoa ficar louca.

Para algumas pessoas, o Slenderman é movido pelo desejo interminável de matar. Para outras pessoas, ele necessita absorver os corpos de suas vítimas para sua própria sobrevivência, talvez este seja o motivo pelo qual seus corpos nunca foram encontrados. Ainda, outras pessoas acreditam que, após matar suas vítimas, a criatura diabólica as leva para seu lugar de origem; o que seria um tipo de realidade paralela ou outro mundo.



A Origem da Lenda

Hoje não adianta mais falar que o Slender Man foi algo criado, porque o mito criou vida, mas saiba que na verdade, o Slender Man não exista antes de 10 de junho de 2009. Mas como? Calma, eu explico. Existe um site de humor chamado Something Awful, que é gigante e existe desde 1999. No dia 08 de junho de 2009, foi lançado um concurso em seus fóruns para as pessoas fazerem montagens em fotografias, inserindo nelas entidades sobrenaturais. No dia 10, um usuário de nome "Victor Surge" enviou duas imagens de um grupo de crianças com uma criatura alongada atrás. E para dar mais emoção, ele escreveu um pequeno texto sobre cada foto.


"Nós não queremos ir, não queria matá-los, mas o seu silêncio persistente e horríveis braços estendidos, nos consola ao mesmo tempo ..." - 1983, fotógrafo desconhecido, presumivelmente mortos."



"Uma das duas fotografias recuperadas do incêndio da Biblioteca Municipal Stirling. Interessante ter sido tirada no dia que desapareceram catorze crianças e por fazer referência a algo conhecido como "Slender Man". Deformidades citadas como 'defeitos na película' por funcionários. O Fogo na biblioteca ocorreu uma semana depois. Fotografia real e confiscada como prova. - 1986, a fotógrafa: Mary Thomas, desaparecida desde 13 de junho de 1986."

As assombrações da Mansão Baleroy

 
 
A mansão Baleroy, localizada na área de Chestnut Hill na cidade da Filadélfia – Pensilvânia. Ela é considerada como uma das residências mais assombradas de todos os EUA. Diversos investigadores paranormais já voltaram as suas atenções para a histórica residência. Muitos investigadores de atividades sobrenaturais afirmam que a casa é infestada de fantasmas, demônios, gênios e uma imensa variedade de criaturas sobrenaturais. A casa pertenceu por muitos anos a George Meade Easby (03 de junho de 1918 - 11 de dezembro de 2005), bisneto do general George Meade, herói da Batalha de Gettysburg, durante a Guerra Civil Norte Americana.

 

História da casa maldita

A casa de 32 quartos foi construída em 1911. O proprietário era um carpinteiro que segundo as histórias a respeito da casa, teria sido assassinado dentro da residência por sua esposa. Depois disso a casa acabou sendo comprada pela família Easby em 1926. A família Easby era composta pelo banqueiro Stevenson Easby, que havia servido na primeira guerra mundial e considerado um herói de guerra. Stevenson era descendente de William Penn, um inglês considerado um dos patronos da província da Pensilvânia. Stevenson era casado com Henrietta Meade Grande Easby, neta general da guerra civil norte americana, George Meade. Stevenson e Henrietta tinham dois filhos, Steven e George.

Como se pode observar nas linhas acima, a família Meade Easby tinha origens importantes, e uma condição financeira privilegiada. Ao longo dos anos os Easby conseguiram juntar uma significativa coleção de peças históricas, incluindo alguns antigos pertences a importantes personagens da história, como Napoleão Bonaparte, George Meade, Thomas Jefferson e outros.
 
 

 

As assombrações da mansão Baleroy

Os irmãos George e Steven eram amigos inseparáveis, e costumavam passar grande parte dos seus dias brincando pela propriedade. Eles costumavam brincar perto de uma fonte, onde ambos ficavam atirando pedras na água, um tentando atingir o reflexo do outro. Certo dias em uma dessas brincadeiras uma coisa estranha aconteceu. Certo dia, George criou pequenas ondulações na água, após atirar uma pedra na fonte, ambos os garotos ficaram parados observando os reflexos de ambos que começavam a se recompor na água, mas apenas o reflexo de George se recompôs corretamente, ao invés do rosto de Steven aparecer na água, uma caveira pareceu se materializar onde deveria estar a face do menino. Pouco tempo depois Steven contraiu uma misteriosa doença, que não foi identificada pelo médico da família, e que acabou causando a morte do caçula da família Easby em 1931.

A partir desse momento, tanto os membros da família como os empregados, passaram a observar eventos incomuns. Ninguém tinha dúvida que tais eventos possuíam origem sobrenatural. Ao longo dos anos tanto os funcionários do local, como visitantes e até os moradores da mansão presenciaram várias vezes fenômenos “estranhos e sem explicação”.

Em 1962 foi a vez de Henrietta falecer, com 62 anos de idade. Stevenson faleceu aos 90 anos de idade no ano de 1969.
 
 
 
 
 
 Depois da morte dos pais, George passou a viver sozinho na casa. Ele havia contratado algumas empregadas, mas nenhuma delas se dispunha a passar a noite no local. A rotatividade de empregados também era imensa, e a fama a respeito das supostas assombrações da mansão Baleroy começou a se tornar conhecida. O burburinho sobre supostos eventos do outro mundo parecia não importunar George, bem pelo contrário.

Em julho de 1992, a mansão Baleroy foi assaltada por um ladrão muito habilidoso. Estima-se que 202 mil dólares em antiguidades acabaram sendo levadas. O estranho foi que nenhum sinal de arrombamento foi encontrado no local.

A essa altura a fama a respeito das assombrações da mansão Baleroy já era considerável. Segundo essas histórias inúmeros espíritos diferentes habitam a residência. Várias pessoas afirmam ter visto Thomas Jefferson na sala de jantar a residência. Outro espírito vestido de maneira semelhante a um monge parece circular pelos quartos. Certa vez o fantasma de uma velha rabugenta atacou os visitantes com uma bengala, existem relatos de que ela costuma aparecer no corredor do segundo andar da casa.
 
 
 
  foto de George Easby para uma reportagem da revista People de final de outubro 1994
 
 
George acredita que seu irmão é um dos fantasmas que habitam o lugar. Enquanto trabalhavam perto da fonte alguns homens contratados para trabalhar em uma restauração, ele avistaram, em uma janela de um dos andares superiores da casa, um menino loiro. Quando todos os homens estavam olhando o menino de vestimenta estranha, ele simplesmente desapareceu. Um dos trabalhadores desistiu de continuar o trabalho e fugiu do local.

Dias depois, os operários estavam trabalhando dentro da residência. O filho de um dos trabalhadores havia ido junto até o local e acabou ouvindo uma voz o chamar pelo nome. Pensando ser seu pai o garoto seguiu a voz, chegando até o porão. Quando o chegou ao porão o garoto percebeu que estava totalmente sozinho no local.

Certa noite quando George recebia alguns amigos na casa, por ocasião de um jantar, um barulho foi ouvido vindo da galeria onde os retratos da família estavam pendurados. George e seus convidados se dirigiram para o local, para investigar a causa do ruído, quando se depararam com o retrato de Steven no chão, a 4,5 metros do local onde ele costumava ficar pendurado.
 
 
 
 
 
Porém Steven não é o único membro da família que é visto nos arredores de Baleroy. Um tio de George e também sua mão já foram vistos. Passos barulhentos e portas batendo também fazem parte do repertório de eventos que já foram observados no local.

Existem também histórias sobre estranhos fenômenos elétricos na residência. Alarmes costumam disparar a noite. Raios também costumam cair na propriedade.

Em 3 de abril de 1999 a revista Inquirer publicou um artigo onde George Meade Easby conta alguns dos eventos estranhos que acontecem na sua casa. Ele conta que certa noite acordou com a sensação de que alguém estava segurando seu braço, mas quando ele ligou a luz não havia ninguém no local. Segundo George a pior sensação que ele tem na casa é de quando parece haver alguém fazendo pressão na cama, como se houvesse mais alguém deitado junto com ele.

O quarto azul e a cadeira da morte

Como vimos até agora muitas são as histórias contadas a respeito das assombrações na mansão Baleroy, e muitos são os supostos fantasmas que habitam o local, mas nenhum deles parece ser tão terrível quanto Amanda.

Um quarto chamado de “Sala Azul”, abriga um fantasma mal intencionado. A esse foi dado o nome de Amanda. Segundo as histórias ela reivindica uma cadeira especial que é guardada nessa sala, a cadeira da Morte. Quem se senta nessa cadeira acabaria morrendo em pouco tempo. A cadeira teria 200 anos de idade e teria pertencido a Napoleão. Algumas histórias a respeito do artefato afirmam que ele teria sido confeccionado por um bruxo.
 
 
 
 
 
Embora Amanda seja um dos casos de assombração mais conhecidos no local, ela, aparentemente, não possuía nenhuma relação com a casa e nem com a família Easby, tampouco o motivo pelo qual o fantasma de Amanda parece perseguir todos aqueles que se sentam na cadeira da morte.

Certa vez Amanda teria aparecido para um curador que administrada as relíquias mantidas na mansão, após ele ter se sentado na tal cadeira. Ele acabou falecendo menos de um mês após esse incidente.

Uma vidente que visitou a casa afirmou que Amanda não é má. Ela teria aparecido para o curador para avisá-lo que a morto estaria perto dele. Essa mesma vidente afirma que o falecido curador agora também está preso a casa.
Segundo documentos da "Chestnut Hill Historical Society" maldita cadeira já teria provocado a morte de quatro pessoas, três delas tendo morrido menos de duas semanas após terem sentado nela. George Easby teria declarado para aos autores do "Haunted Houses, EUA", uma senhora se sentou na cadeira uma certa vez, tendo falecido poucos dias depois. Um primo de George e Paul Kimmens, um amigo do dono da macabra residência, teriam sido as outras vitimas da cadeira da morte.

A atual situação da mansão Baleroy

Após a morte de George Meade Easby no dia 11 dezembro de 2005, uma batalha judicial se iniciou entre as partes interessadas na grande fortuna em peças históricas que é mantida na casa. Em 2008 as posses de George foram dadas a Robert Paul Yrigoyen. Em 09 de julho de 2012, Baleroy Mansion foi vendida depois de todos antiguidades foram vendidos em leilão ou doados a museus locais, contrariando a vontade de George que queria que as peças continuassem guardadas na mansão Baleroy.
 
 
 
 Robert Paul Yrigoyen é esse senhor a esquerda
 
 
 No dia 25 de Outubro George Meade Easby havia dado uma entrevista para o jornal local "Chestnut Hill". Nessa entrevista ele teria afirmado: "Depois que eu morrer, quero voltar parra assombrar a casa, pois sei que ninguém cuidará dela como eu gostaria".
 
 

segunda-feira, 23 de junho de 2014

A existência de ETs provavelmente não irá abalar a fé dos humanos, dizem estudiosos.

 
 
Filósofos e cientistas, aqueles que crêem, bem como os ateus, por muito tempo tem se perguntado: “Estamos sós no Universo?”
Mas o teólogo Robin Lovin sabe o que diria para as pessoas que estão imaginando como receber a notícia sobre a existência de extraterrestres.
“Esta descoberta é um lembrete do que todos nós deveríamos saber o tempo todo“, disse o Sr. Lovin, diretor de pesquisa do Centro para Investigação Teológica em Princeton, Nova Jersey.  “Deus está fazendo coisas em lugares onde nossas mentes não têm sido capazes de ir.”
Lovin compartilhou esta mensagem com uma audiência no Centro John W. Kluge, da Biblioteca do Congresso (EUA), durante um painel de discussão para considerar o impacto da vida alienígena inteligente na religião.
“Eu acho que é muito importante que as comunidades religiosas enderecem de forma proativa estas questões e se mostrem preocupadas sobre estes assuntos“, disse ele.  “Devido ao fato das pessoas estarem levantando estas questões, e eu acho que elas querem vê-las como perguntas morais e espirituais, que não é somente uma questão sobre biologia, mas uma questão sobre eles mesmos.”
O Universo é um lugar enorme, muito vasto para vida não existir em outros lugares, disse Steven Dick, diretor de astrobiologia da Biblioteca do Congresso.
“Eu acho que o princípio fundamental é, as leis da física e a biologia são universais“, disse Dick.  “O que aconteceu aqui é provável que aconteceu lá fora.   A ideia da vida lá fora está muito na vanguarda.  A questão é, quais são as implicações disso?”
Apesar da preocupação inicial de que algumas pessoas de fé sofreriam uma crise de fé se a vida em outros planetas fosse descoberta, estudos têm mostrado que este provavelmente não seria o caso, disse Lovin.
Em 2008, Ted Peters, professor de pesquisa do Systematic Theology – Pacific Lutheran Theological Seminary entrevistou 1.325 pessoas de várias religiões, perguntando uma série de questões relacionadas aos seus credos e uma crise de fé quanto a um anúncio hipotético de que a vida extraterrestre teria sido descoberta.
Citando esse estudo, Peters disse que a mensagem que recebeu dos respondentes é a de que as pessoas que pertencem às religiões tradicionais “irão ficar bem” se a vida alienígena for anunciada.
“Recebi comentários tais como ‘A Terra é tão pequena, Deus é tão grande, esperaríamos ter vizinhos no espaço’ “, disse Peters.  “Minha favorita citação foi ‘Eu compartilharia um banco de igreja com um alienígena em qualquer dia’ “.
Albert Harrison, um psicólogo social e professor emérito da Universidade da Califórnia-Davis, disse também não estar surpreso pela resiliência da religião.
“A religião tem estado ao nosso redor por um longo tempo“, disse ele.  “A religião, na maioria dos casos, se provou adaptativa.  Eu acho que ela é uma coisa importante para manter em mente, embora alguns cientistas ataquem a religião.  Ela fornece uma tremenda fonte de apoio e consolo para as pessoas, particularmente quando se lida com o desconhecido.  Simplesmente não compro a ideia de que as pessoas irão se assustar e entrar em pânico.”
Isso não quer dizer que todas as pessoas que se consideram religiosas iriam abraçar a ideia de um vizinho cósmico.
“A descoberta é um processo estendido“, disse Dick. “Cada um desses estágios pode durar semanas, meses, anos, décadas.  Não há dúvida que haverá algumas pessoas que irão negá-la.”
Humanos fazendo um encontro imediato do terceiro grau pode ainda estar longe no futuro, mas os especialistas disseram que a oportunidade está muito próxima para os humanos deixarem suas marcas em outros planetas.
“Não teríamos necessariamente que ter comunicação [com outra forma de vida] antes de termos um impacto“, disse Dick.  “Eu acho que precisamos ser proativos. Não podemos esperar até que um evento aconteça.”
Harrison e Peters disseram que as políticas da exploração do espaço e do assentamento planetário é onde os teólogos podem fazer um impacto.
“À medida que movemos em direção a outros planetas, que direito temos de alterar a paisagem marciana?“, perguntou Harrison.  “Seria OK se formos em frente e criarmos uma base, gerarmos uma atmosfera artificial e realmente mudarmos as condições de lá?”
Peters disse que os estudiosos religiosos também poderiam olhar para a santidade da vida em outros planetas.
“A vida possui um valor intrínseco?“, disse Peters.  “Se encontrarmos vida microbiana em Marte, temos a obrigação moral de proteger a biosfera?  Precisamos perguntar se deveríamos proteger o ambiente de vida dentro e fora da Terra.  Não há um consenso ainda, mas isso será algo importante.”

domingo, 22 de junho de 2014

Casa é demolida após exorcismo e fenômenos incomuns no RS


Acontecimentos incomuns foram presenciados em uma casa  localizada na zona rural de um município da Região Norte do Rio Grande do Sul. Barulhos de socos nas paredes, pedras que caem sobre o telhado e dentro da casa, mesmo com portas e janelas fechadas, são alguns dos relatos dos moradores. O caso se tornou o principal assunto da cidade e mobilizou vizinhos e autoridades locais, como mostra a reportagem do Teledomingo.
Assustada e sem saber a quem recorrer, a familia que presenciava os  fenômenos acionou a Brigada Militar, que foi ao local e mesmo sem encontrar explicações registrou uma ocorrência. Os policiais se dizem espantados com os fatos observados. "Vimos pedras sendo jogadas ou caindo em cima do telhado da casa, nas paredes. O detalhe é que não quebrava a telha. Nas paredes, não ficava sinal nenhum dessas pedras", conta o Sargento João Aquino.
Na residência, vivia um casal com três filhos, um menino de oito anos e duas meninas, de 11 e 15 anos. "Jogavam pedras na casa, como uma chuva. A gente chamava a polícia. Ela vinha, olhava por tudo e não enxergava nada. A casa toda fechada e enchia de pedra dentro. Depois que alcamou um pouco as pedras, começou a virar os roupeiros", relata o casal que prefere não ser identificado.
Vizinhos prestaram ajuda e chegaram a levar a família para outros locais, como um colégio. No entanto, os acontecimentos teriam voltado a ocorrer. "Todo mundo está com receio. Deu para ver vários fenômenos, como pedras aparecendo sem ninguém jogar e objetos dentro de casa se movendo sem ninguém tocar. Utensílios domésticos saíram de um lugar parao outro. A gente procurou socorrer a família de várias maneiras, levando para um colégio aqui perto. O fenômeno acabou acontencendo lá também", explica o agricultor Valdir Antônio Marquioro, que vive perto da casa onde ocorriam os episódios.
O caso mobilizou uma equipe de assistentes sociais do município. Alertada sobre os eventos, eles foram até a propriedade para tentar auxiliar os moradores. "Nós até teríamos uma explicação técnica e científica. Não vamos falar a respeito de fatos, de pedras voando. O que pode estar acontecendo é no âmbito psíquico. A partir daí é que estamos voltando o tratamento para essa família", avalia a psicóloga Ariane dos Santos.
Além das pedras, a filha mais velha começou a apresentar um  comportamento estranho. "Um dia, o espírito levou ela para cima da casa, jogou ela para baixo e quebrou a telha", relata a mãe.
Ao saber do caso na cidade, o produtor de vídeos Gelson Luiz da Costa foi até o local movido pela curiosidade. Com uma câmera, fez imagens a fim de registrar o fenômeno. No momento de uma gravação, uma pedra caiu dentro casa. Ele percebeu que a família precisava de ajuda e se empenhou para encontrar um médium para realizar um trabalho de exorcismo.
O médium Nelson Júnior Paz afirma ter exorcizado a garota. "O espírito se afastava da menina quando a gente chegava perto da casa. Então eu me retirei para que ele baixasse nela e eu pudesse fazer o exorcismo. Também perguntei por que ele estava perturbando aquela menina, o que acontecia. A todo momento ele dizia que queria a vida dela ou a propriedade de volta", diz.
Costa filmou o procedimento. Após o exorcismo, os moradores decidiram demolir a residência. "Estou com 65 anos e foi a primeira vez que vi isso. Nós queremos paz", desabafa o pai da família.
A família está sendo atendida pela assistência social do município, e a Federação Espírita do Rio Grande do Sul acompanha o caso.

sábado, 21 de junho de 2014

O Pára - Raios Humano

http://www.hoy.es/prensa/noticias/201106/12/fotos/4760030.jpg 

Roy Cleveland Sullivan, guarda-florestal aposentado de Waynesboro, Virgínia, era conhecido como o "Pára-Raios Humano", porque já havia sido atingido por raios sete vezes durante sua carreira de 36 anos.
A primeira vez, em 1942, provocou a perda de um dedão do pé. Vinte e sete anos mais tarde,um segundo raio queimou suas sobrancelhas. No ano seguinte, em 1970, um terceiro raio queimou seu ombro esquerdo.
Depois que os cabelos de Sullivan pegaram fogo como decorrência de um quarto raio, em 1972, ele começou a levar um balde com água no carro. No dia 7 de agosto
de 1973, estava dirigindo, quando um raio saiu de uma pequena nuvem, atingiu-lhe a cabeça enchapelada e queimou seus cabelos novamente, jogando-o a 3 metros de
distância do carro, atravessou as duas pernas e arrancou-lhe os sapatos.
Apavorado, Sullivan despejou o balde de água na cabeça, para esfriá-la.
Sullivan foi vítima pela sexta vez no dia 5 de junho de 1976, ferindo o tornozelo. O sétimo raio alcançou-o no dia 25 de junho de 1977, enquanto ele estava pescando. Nessa ocasião,precisou ser hospitalizado com queimaduras graves no estômago e no tórax.
Embora jamais tivesse possibilidade de explicar essa atração peculiar, Sullivan disse certa vez que na verdade podia ver os raios que o atacavam.
Às 3 horas da madrugada de 28 de setembro de 1983, Sullivan, já com 71 anos, deu
cabo da própria vida com um tiro. Dois de seus chapéus de guarda-florestal, queimados nas
copas, estão atualmente em exposição nos Guinness World Exhibit Halls, na cidade de Nova York e em Myrtle Beach, Carolina do Sul.
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Assassinado e Reencarnado

O dr. Ian Stevenson é o mais notável conhecedor de reencarnação do mundo, um
especialista em sair ao encalço de casos de crianças que parecem se lembrar de
vidas passadas. Particularmente surpreendentes são os casos em que
a criança nasce com marcas de nascença aparentemente herdadas de sua existência anterior.
 
Um de seus casos mais dramáticos é o de Ravi Shankar, que nasceu na cidade de
Kanauj, Estado de Uttar Pradesh, Índia, em 1951.
Desde sua infância, Ravi afirmava que na verdade, era filho de um homem
chamado Jageshwar, um barbeiro que morava em um distrito nas redondezas. Ele
dizia também que fora assassinado. Seu pai da vida presente não acreditava em
uma só palavra do que dizia, e começou a espancá-lo para fazer com que parasse
de falar bobagens. Os castigos corporais de pouco adiantavam para reprimir as
lembranças de Ravi, e ele ficou ainda mais obcecado com as revivificações de sua
vida passada à medida que ia ficando mais velho. Chegou mesmo a desenvolver a
estranha ilusão de que seus assassinos da vida anterior ainda estavam querendo
pegá-lo. 
 
 Embora a história toda fosse fantástica, Ravi nascera com uma bizarra
marca. Era uma cicatriz de 5 centímetros de comprimento sob o queixo, que
lembrava um tipo de ferimento feito por faca. As lembranças e a idéia fixa de Ravi finalmente foram associadas a um assassinato ocorrido naquela região, seis meses antes de seu nascimento.
 
 No dia 19 de julho de 1951, o jovem filho de Jageshwar Prasad um barbeiro local foi assassinado por dois homens, que o decapitaram. Os homens, na verdade parentes
da vítima, queriam herdar os bens imóveis do pai do rapaz. Embora os assassinos tenham sido 
presos, tiveram de ser libertados, devido a um recurso jurídico impetrado pelo
advogado. Quando Jageshwar Prasad ficou sabendo das declarações de Ravi, decidiu visitar a família Shankar para verificar os relatos pessoalmente. O barbeiro conversou com
Ravi durante um longo tempo, e o rapaz, gradativamente, reconheceu-o como seu
pai de uma vida anterior. Ravi chegou até a dar-lhe informações detalhadas sobre
seu assassinato, informações conhecidas apenas por Jageshwar e pela polícia. E,
mesmo nos dias de hoje, Ravi ainda exibe aquela estranha marca de nascença sob
seu queixo, um indício de seu assassinato em uma vida anterior na índia.